quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Ao coração alado da noite
A quem me vi no espelho.


Estava no meu tempo?
Mas qual é o meu tempo?
Como pode coração afirmar tais palavras?
Não sei qual é o meu tempo,
as vezes , pareço não ter tempo
mas, o tempo é tudo que eu tenho,
é tudo que posso ter de concreto.
É o tempo que conto...
é o tempo que me apego...


“O aço dos meus olhos
E o fel das minhas palavras
Acalmaram meu silêncio
Mas deixaram suas marcas...”

(coração alado)

Nenhum comentário:

Postar um comentário