quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

NÃO SEI O QUE


Com o passar do tempo sentimos uma falta de não sei o que.
De fazer não sei o que de ir para não sei onde.
Seria um vazio?
Ou uma vontade de mudar?
Seria a falta do que desejamos e não alçamos?
Hoje me sinto assim.
É como se eu buscasse algo, mas não sei o que,
talvez seja isso que Mario de Andrade relata em seu texto “procuro o que”.
No fundo os sentimentos humanos são iguais.
As fases da vida, o pensamento e o que sentimos não passam de ciclos.
Se algum imortal vivesse na terra poderia dizer exatamente isso;
E dizer tudo que ele observou nos humanos, nos tão simples humanos.

 
 

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