quinta-feira, 6 de outubro de 2011

                   DE ART///

“ O mundo como ele é não basta para nós!
Criamos lendas fantásticas acerca de tudo,
contos de fadas maravilhosos!
Histórias belíssimas!
Isso tudo por uma razão, a arte tem uma razão:
O mundo como é, não basta para o desespero humano!
Queremos mais, o que queremos ultrapassa o mundo físico,
e a única maneira de expressar o que desejamos, é pela Arte.
A infelicidade nasce aí!
Sabemos que o mundo não é como a Arte.”




 

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

"Dizem que não tenho coração. É falso. Tenho sim, um lindo. Só que não é de banana. Coisinhas à toa não o impressionam; mas ele dói quando vê uma injustiça. Dói tanto, que estou convencida que o maior mal deste mundo é a injustiça."


Emília - Sítio do picapau Amarelo

sábado, 10 de setembro de 2011

A liberdade

O que é a liberdade? Liberdade é a nossa consciência de que somos livres, mesmo que isso se dê inconscientemente em nossa vida. Somos livres, mesmo que não saibamos disso. Cada ato, cada decisão que tomamos, cada caminho que escolhemos trilhar é o resultado de nossa liberdade. É a consciência de sermos livres que povoa nossa mente antes de cada decisão, pois sem essa consciência não teríamos ousado tanto no decorrer da História. Seríamos simplesmente mais uma espécie que povoaria o mundo, agindo por extinto à todo momento. Se ousamos tanto à todo momento, é porque temos essa consciência em mente, e sempre a tivemos.
A liberdade não se dá no momento em que ajo, em que tomo minhas decisões ou quando eu ponho em prática todo e qualquer pensamento. A liberdade existe em nossa consciência de sermos livres, e não na realização de nossas decisões. Os caminhos que o homem trilha à todo momento é consequência de sua consciência de liberdade. Tomamos uma decisão porque sabemos que somos livres, isso é a liberdade, o resto é simplesmente consequência.
Temos opções, e a consciência de que posso optar por qualquer uma delas é a liberdade. Tudo que o homem faz é o resultado da escolha de uma opção; é na verdade a própria opção se realizando. Então podemos concluir que não há não-liberdade. Não existe prisão existencial, pois até a escolha de não optar por nada é um ato de liberdade, é a opção de não optar. E isso é o que, senão a liberdade?
A VIDA




















Pode ser que tudo se acabe;
O feitiço ou encanto, a paciência...
Mas o que permanece são palavras
Que faz morada na mente,
E cada palavra um sentido...
E a cada sentido um mundo.
Seu castelo de Rosas é uma fortaleza de sentimentos.
Rosas, pessoas, sentimentos se vão.
O que importa é que vivemos, sentimos, vemos e amamos,
Mesmo que um dia termine...



quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Há tempo para todas as coisas. (Eclesiastes 3)

Tudo tem a sua ocasião própria, e há tempo para todo propósito debaixo do céu.”
Há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou; tempo de matar, e tempo de curar; tempo de derribar, e tempo de edificar; tempo de chorar, e tempo de rir; tempo de prantear, e tempo de dançar; tempo de espalhar pedras, e tempo de ajuntar pedras; tempo de abraçar, e tempo de abster-se de abraçar; tempo de buscar, e tempo de perder; tempo de guardar, e tempo de deitar fora; tempo de rasgar, e tempo de coser; tempo de estar calado, e tempo de falar; tempo de amar, e tempo de odiar; tempo de guerra, e tempo de paz.

domingo, 7 de agosto de 2011


Só se vê bem com a razão, o coração engana os olhos

Vou-lhes contar um segredo que quase me passou despercebido pela emoção dos acontecimentos atuais.
 Antes do segredo um acontecimento que merece um olhar – encontrei o meu livro.
Pense! Agora que é confuso.
A mente humana dá tantas voltas que a chave do conserto às vezes parece não funcionar. Mas não é isso o curioso.
O segredo é que no livro perdido não está o capítulo do menino de asas.
 Encontrei o livro, mas não encontrei o capítulo.
E eu toda orgulhosa, pois tinha o menino de asas para fazer inveja a Pandora.
Mas deixo claro que não virei às páginas em busca do menino, não poderia fazer isso eu estava novamente de volta à primeira página.
É difícil acreditar que o menino de asas é uma obra completa.
 Antes de desvendar a tal afirmação confesso que me sinto como um casmurro, como o próprio Bentinho diz: não no significado do dicionário. Sinto-me uma manipuladora, a tal mente que projeta uma realidade “irreal” e vive segundo a sua satisfação. Isso pode ser perigoso quando se tem que apresentar resultados concretos. Como José Dias diria isso é perigosíssimo...
Mas de ser e não ser confesso que abro mão do livro, prestem atenção, abro mão do livro recuperado. Deixo de fazer a leitura de suas palavras para conhecer a história completa do menino de asas.
Se durante a leitura da segunda obra eu encontrar o primeiro, desistirei de ler.
Direi que o livro: é tão mágico que foge a minha compreensão.

“Quando o mistério é muito impressionante, a gente não ousa desobedecer” – O Pequeno Príncipe.

Será mesmo?


 

domingo, 24 de julho de 2011

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Acorda! Acorda! Acorda!

Só dorme quem não tem o que perder
E nem pressa para viver.
Acorda!
O sono é raro - caro.
Acorda!
A chuva é vênus, e o vento é de sagitário.
Acorda!
Que neste momento só dorme quem tem cadeira,
Não quem precisa de uma beira;
Na selva quem tem cadeira é rei.
Acorda!
O leão finge está dormindo,
Na verdade ele te espera faminto.

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terça-feira, 19 de julho de 2011

SÓ PERMANECE O QUE ENRAÍZA


Quando  era criança gostava de ver as mangas nos galhos, quanto mais maduras, mais no alto, mais belas eram. Não ousava buscá-las, a menos que eu tivesse asas. Desejei por muitas estações de mangas o par de asas.

Quando me balançava, sentia a velocidade do vento, o chão sumia, meu cabelo se despenteava e um frio na barriga anunciava que eu estava voando. Fechava os olhos e sentia-me como um pássaro. Sem medo, sem noção do tempo. Nunca ousei a soltar das mãos, mas imaginava que se eu voasse assim poderia pegar as mangas, poderia chegar às estrelas e trazê-las a meu pai, que todas as tarde deitado à calçada esperava o nascer da primeira estrela. Chamava-me para que eu a procurasse. Com meu olhar de criança, perdido na imensidão do céu ainda claro eu procurava por um brilho, quanto mais eu demorava, mais era a sua alegria. Era como se ele a possuísse e eu não.

Ainda Hoje tenho o costume de admirar as mangas, de olhar as estrelas, de observar o céu. Agora mesmo olhando pela janela vi um céu todo em casquinhas feito solo seco do sertão. Encanta-me as variações das nuvens, o céu é tão mutante quanto os desejos humano!


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segunda-feira, 18 de julho de 2011