sábado, 15 de dezembro de 2012

"NADA QUE INTERESSA SE PODE GUARDAR"


Hoje quero dividir com todos,
o que seria de apenas um:
A alegria.

Não a minha,
 porque sou feita de egoísmo,
por dividir entristeço-me.

Hoje desejo em dobro
o verde,
o vermelho
e o branco...

Desejo todas as cores da vida,
dançando em harmonia ao dia de hoje,
 celebrando o símbolo da alegria:
O sorriso.

Hoje, com mais intensidade,
e para não incomodar a alegria,
 desejaria escrever uma única palavra.

Mas o dia é longo e merece
versos,
músicas,
danças,
luzes,
risos
e fantasias...

Hoje não é dia
para o silêncio,
sono,
cansaço,
tristeza...

Hoje é dia para o
espelho,
flores,
movimentos,
brilho,
 barulho,
abraços
 e beijos,
se puder.

"Se não puder esqueça,
de algum jeito vai passar."


quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

'Ao vento

Passastes pela taça de vinho,
Perdeu o seu caminho.
Quebrou o vidro da curiosidade,
Deixou-a nua, crua, nenhuma verdade.
Cavalgou no cavalo, assustado, tremeu, correu.
Saltou no abismo e de lá renasceu...'


domingo, 9 de dezembro de 2012


ONDE ESTÁ DEUS?

Deus não se encontra nas palavras bonitas ditas ou escritas em papéis. Deus está em nós, nos nossos atos de cada dia. Como posso dizer que conheço Deus, se não reconheço nem mesmo o meu próximo. Como posso dizer que somos irmãos se eu não estendo a minha mão para você? Conhecer Deus é mais que uma responsabilidade, mais que uma obrigação, pois, por conhecer a verdade tenho o dever de fazer o que é certo. Mas nem sempre fazer o que é certo, significa fazer o que é bom para mim. Esse tal certo exige um pouco ou muito esforço de minha parte em relação ao outro. E até que ponto eu penso no outro como um ser que tropeça nos mesmos  erros que eu ou até mesmo em outros problemas da vida humana?
A paciência é quem determina muitos desses caminhos de “ajudar ao próximo”. Confesso que não sou paciente, não fui tão paciente quanto pensava ser, a paciência me fugiu quando necessitei dela.
Mas o ser humano totalmente afetivo e com sede de vida busca a paciência em outros corações. E muitos que pensam conhecer Deus e os seus intercessores são incapaz de se colocar no lugar do outro, são adultos com visão egocêntrica, com medo de sofrer preferem não sair da sua zona de conforto. Não digo resolver os problemas sociais. Estes não. Estes ficam por conta da Educação. Refiro-me às pequenas soluções do dia-a-dia que faz toda a diferença para quem aguarda uma nova direção. Se eu não consigo resolver os pequenos detalhes como é que serei capaz de resolver os maiores?
O certo ou o errado não se sabe. É por isso que a mente humana tropeça nos pequenos detalhes e nunca descobrirão os maiores, a vida é sempre um mistério. Eu não vejo Deus nas pessoas, eu não vejo Deus em mim. A solução dos grandes ou pequenos “erros” deixamos por conta da lei, por conta da democracia. E Deus se transfere de nós para os papéis, para os programas de TV, para as páginas da internet. Torna-se mais um produto do capitalismo. E viva a ciências que afunda cada vez mais a humanidade!




domingo, 2 de dezembro de 2012


 DE VOLTA

Sempre de volta à casa...
Saudade das paredes intocáveis, do chão flutuante,
Do silêncio das imagens em movimento...
É meu escudo, minha proteção, minha paz,
Minha memória...
Sinto-me viva!
Sinto-me autêntica.
Todos os humanos estão lá fora,
E eu, no meu canto de Cinderela.

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

sábado, 9 de junho de 2012

Why Rose?


Esta é a belíssima Ruana.
_Ah! mas Ruana não é nome de Rosa. É um nome qualquer, e ainda feio.
_Não não. Aí que você se engana. Ruana é nome de princesa.
E para provar mais um de meus processos mentais que ainda me levarão a loucura, está aí à bela princesa verde e Rosa.
Ela faz parte de um ciclo que se abriu há alguns anos, mas não se fechou.
Cheguei à conclusão que os ciclos não se fecham no mundo interior, eles continuam a existir nas profundezas de minha mente.
Fecham-se apenas com a Morte.
Como não morri, todos os ciclos tiveram continuidade, desde a minha infância, desde que se constituiu a minha memória. É ela quem dá continuidade nos ciclos, nas cavernas misteriosas da minha mente.
Cada clique uma memória, cada memória um acontecimento, cada acontecimento um mundo, que de acordo com a minha vivência se renova aos poucos.
Como prova da renovação do ciclo do Pequeno Príncipe e do ciclo do Bruxinho, eu plantei e cultivo a pequena Ruana.
"Agora" é um ciclo só meu, mas visível ao mundo exterior.


terça-feira, 5 de junho de 2012

As minhas decepções


O tamanho da minha decepção vai depender do tamanho da minha fé.
A minha fé, na vida, nas pessoas, e em tudo que acredito, é grande.
Pode achar que conhece-me...
mas nem mesmo eu conheço os poderes da minha mente,
o que acredito hoje, pode não ser o que acredito amanhã.
Logo, as minhas decepções são mutáveis.
As alegrias, o choro, o início de um ciclo,
o rompimento de um outro ciclo com o mundo exterior,
desenham a escada da decepção.
E eu decido em que degrau quero ficar,
Eu decido em que acreditar,
As decepções são minhas.



domingo, 27 de maio de 2012

Amargo?
Doce?
Prejudicial?
Estimulante?
Vicioso?


Café ou você?

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Encanta-me este mundo diversificado.


Encantam-me as cores,
 o amarelo do girassol,
o vermelho da rosa,
o verde das árvores.

Encantam-me as diversas formas, curvas, linhas, espaços, dimensões.

Encantam-me as pessoas, porque, são Artes em movimentos,
o sentimento é  Arte,
a aprendizagem é Arte,
a ciências é Arte,
o pensamento é Arte,
o mundo é Arte!

A alma que conhecemos, não existe.
O que existe é a Arte dentro do humano.
Lá no cantinho, longe do que é concreto, entre o corpo e o sentir
encontra-se a expressão do homem.
Do tão privilegiado homem!
Homem composto de Artes.

Por meio da Arte penso, imagino, sinto, encanto, construo e reconstruo.

domingo, 13 de maio de 2012

Você pensa que me engana?


Este Pedrinho que aqui navega tem um barquinho de papel.
Rema, rema, rema e só afunda.
Glorioso Napoleão filosófico, de óculos, monta um cavalo de pau.
Não galopa, não galopa, não galopa, anda em círculos.
Pois bem fez Nicolau, o que é quente aquece a todos e permanece no meio.
Perdoe-me pela observação Juninho. Mas onde estão as formigas? Os mosquitos? Pode ser paulista ou nordestino o que importa é ser brasileiro.
De todos os Einsteins de Formol, ainda sim eu prefiro a graça do original.
Aos Zeus de hoje interessa “o ato” da multiplicação.
A língua, mole ou dura, Freud tem explicação?
Ainda pensa que me engana?
Não me engana não.