domingo, 2 de dezembro de 2012


 DE VOLTA

Sempre de volta à casa...
Saudade das paredes intocáveis, do chão flutuante,
Do silêncio das imagens em movimento...
É meu escudo, minha proteção, minha paz,
Minha memória...
Sinto-me viva!
Sinto-me autêntica.
Todos os humanos estão lá fora,
E eu, no meu canto de Cinderela.

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