sexta-feira, 2 de abril de 2010

O VALOR DA COMPARAÇÃO

COMPARAR: v.t. Examinar em conjunto; estabelecer paralelo entre: comparar ideias, textos. (Sin.: confrontar, cotejar.).

COMPARAR é um ato involuntário do ser humano. Se eu afirmar que a cor vermelha é bonita, significa que eu a comparei com as outras cores e cheguei a uma conclusão, ela é mais bonita. Porém, outra pessoa pode achar que a cor verde é mais bonita. Se eu disser que tal sapato é feio é porque eu o comparei com outros sapatos. Pode ser uma comparação feita até mesmo mentalmente. Você olha o sapato e já identifica que ele é feio. Porque na sua mente você já tem formado as características de como deve ser um sapato para que ele seja considerado bonito pra você. Quando você conta um ocorrido da sua vida para alguém, e esse alguém lhe relata o mesmo ocorrido com parentes ou amigos. Ela está fazendo uma comparação. E toda a comparação há uma conclusão. Um indivíduo separou-seda esposa alegando que ela era irresponsável. Mas e aí? Ele está sozinho? Casou-se com outra mais responsável? Qual foi o resultado final da sua separação? Melhorou ou piorou a sua vida?
O ato de comparar analisa situações ou problemas existenciais. É a conclusão que vai indicar se a comparação obteve um bom resultado, uma nova ideia, um novo aprendizado.
A comparação pode ser realizada de forma criteriosa, a fim de buscar melhores resultados nas atividades. Não é isso que acontece nas empresas que buscam mercado consumidor para seus produtos? Ou até mesmo o consumidor quando quer um determinado produto. Analisando por esse lado, o ato de comparar é um forte aliado do sistema capitalista. É dos resultados da comparação que nasce a escolha, a decisão, a competitividade. E quando se fala em competir todos querem estar na frente. Se estiver na frente maior os lucros. Se os lucros aumentarem melhor qualidade de vida materialmente falando. Há inúmeros casos que a comparação serve de equilíbrio ou o alcance de metas. Quem compra cresce.

Andréia


“... COMPARAR é examinar dois ou mais elementos ao mesmo tempo, a fim de buscar semelhanças e diferenças.
A comparação nesse sentido é uma atitude mental, uma forma intuitiva de conhecimento do ser humano. Toda vez que nos deparamos com um fato novo, com algo desconhecido, procuramos relacioná-lo outros da mesma espécie ou categoria, já vivenciados, conhecidos ou experienciados por nós e, dessa forma, aprendê-lo e incorporá-lo, por sua vez, ao nosso cabedal de conhecimento humano e é nesse sentido que afirmamos ser, a comparação, uma atitude mental espontânea, intuitiva...”
“... a comparação passa a ser excelente instrumento alternativo de análise e reflexão.”

Suely Grand Bonitatibus – Educação Comparada

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