sábado, 30 de janeiro de 2010


















Divisão celular?
Entre mitose e meiose prefiro a mitose, até porque meu processo de meiose não anda nada bem. Já notou que existem pessoas que você pergunta alguma coisa e ela te responde só depois de ter terminado o seu processo de mitose? Haja paciência. É como se a sua pergunta a fizesse perder algumas células. Aí então ela entra em intérfase, calma ela vai falar só está esperando os cromossomos se dividirem. Pronto já se dividiram... Ah! Espere mais um pouco que agora é a vez da divisão do centríolo. Você está quase perdendo a paciência, é como se você já tivesse realizado 500 processos de mitose. E a pessoa lá bem calminha. Então ela olha pra você e você pensa fim do processo. Ainda não, é apenas a mudança dos cromossomos. Neste ponto você já perdeu a paciência. Aí você diz: não vai me responder? Não vai me atender? Não vai falar nada? Neste exato momento você acabou de interromper o processo de crescimento da célula. E a pessoa reage: Não está vendo que estou pensando? Não está vendo que estou ocupado? Você pode aguarda mais um momento? E você aguarda um processo, dois processos, três processos... Só se for o crescimento das células mesmo, porque o progresso pessoal e profissional fica por aí... Em processos e nada de progressos... Essa é a verdadeira divisão.



APRECIADORES DE ARTE

Rubens Alves conta (em conversas Com Quem gosta de Ensinar, 1981, p.56) um caso ocorrido com Beethoven. Após executar uma peça sua, numa reunião social, o compositor foi abordado por uma senhora, que lhe inquiriu: “o que o Sr. quis dizer com esta música”? Ao que ele respondeu: “Isto”, e sentou-se ao piano, executando a obra novamente. Ou seja: O sentido de uma obra de arte reside nela mesmo, não podendo ser “dita” de outra forma. A pergunta mais inconveniente que se pode fazer a um artista é: “o que você quer dizer com o seu trabalho”? Ora, se o sentido que ele busca expressar pudesse ser dito, ele o faria através da linguagem, que é o meio por excelência para a comunicação conceitual. (João Francisco Duarte Jr. Em Por que Arte-Educação? p. 45)

A Arte é o sentir, é a emoção de cada pessoa perante uma obra artística. Quando olhamos o por-do-sol, o luar, as constelações, uma linda cachoeira que são Artes naturais sentimos um enorme prazer de estar ali. Mas se perguntarmos o porquê essas obras naturais foram feitas entraremos no mundo do desconhecido. O mesmo acontece com o artista, que são os xamãs da atualidade, criam suas obras em estados de transe. E o porquê de te-las criado gera várias respostas ou a nada. Mas o artista sentiu a necessidade de criá-la. E quando apreciamos sentimos a transformação no nosso ser. Isto depende de pessoa pra pessoa - do sexo, da idade, do estado de espírito no momento da apreciação e da preferência de cada um... Por isso que sempre digo a Arte está dentro de nós.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

ENVIADO POR VPR

É bem verdade que o homem universal existe como ideal, mas viver sob a perspectiva do autoconhecimento é, sem dúvida, uma aventura fascinante Não se dispõe de conhecimento absoluto para afirmar o que é certo ou errado sem tropeçar nos limites do tempo e do espaço. A convivência adquire novos significados a partir do momento que trás à tona não só as dificuldades do outro e as nossas, mas também a própria capacidade de compreender, aceitar e aprender. Não é fácil nos vermos pelo olhar do outro, mas, com certeza, podemos enxergar o próximo com as lentes da tolerância, compaixão, benevolência ou qualquer outro bom sentimento.
"Passamos boa parte das nossas vidas com medo de enfrentar nossos limites, sentamo-nos no conhecido e evitamos olhar para além do horizonte, com medo de perder aquilo que já conquistamos, com medo de arriscar, de tentar uma coisa nova. Nada poderá nos dar a segurança de que fizemos a escolha certa, mas os sentimentos que envolvem as nossas escolhas podem nos dar pistas. Ser feliz é uma delas!"

(Neto - 28/01/10)

domingo, 24 de janeiro de 2010

domingo, 17 de janeiro de 2010

Meu conto

Um dia vivi um conto de fada... Mas cadê a fada? E o príncipe?
Eram descobertas de uma mente curiosa e de um olho observador a fada era a minha mente o príncipe ou a fera disfarçada de príncipe era o meu imaginário. Tão grande é o poder da imaginação não é mesmo?

Era uma vez um lugar chamado corpo, que tinha como majestade o rei cérebro.
Cérebro era muito eficiente, governava o seu reino com perfeição, seu controle era tanto que ninguém ousava desobedecê-lo. Mas a mente tão desafiadora e curiosa quis saber como tudo funcionava. O cérebro tão seguro de si, disse à mente que ela poderia percorrer todo o mundo, todos os moradores e toda as ordens dadas por ele. A mente então explora todo o corpo, cantinho por cantinho, achou graça do coração bater impulsinando o sangue, quis ordenar a ele que aumentasse a velocidade ou que diminuísse, mas o coração tão acostumado ao seu ritmo nem ouviu o que a mente dizia, e continuou o seu trabalho. A mente foi reclamar ao cérebro e ele lhe disse: você por ser uma mente nova não descobriu o seu poder, você ainda vai sentir o valor da descoberta, e para descobrir precisa de companhia. A mente logo entendeu. Mas quem poderia ser sua companhia? A mente pequena e sozinha correu pelo castelo, já cansada e desanimada, abriu no porão uma porta pequena e encontrou um mundo imaginário. Pegou na mão do imaginário e foi apresenta-lhe ao cérebro e como este nada disse, ela compreendeu que ele era a chave de tudo. A mente então ditava uma palavra e o imaginário logo a regressava a um mundo diferente, ditava cores, gestos, cheiros ou até mesmo o silêncio e viajava a mundos e mundos. Eram felizes com essa descoberta o imaginário se apoderava da mente e a mente do imaginário. Percorriam dia e noite todo o castelo – a princesa e o príncipe – Até que a mente se lembrou que o coração havia recusado sua ordem, puxou o imaginário pelo braço arrastando lhes as pernas, pois, o imaginário também era pequeno. E pararam diante do coração. A mente sem experiência ditava inúmeras palavras ao imaginário que a levava a vários mundos , mas nenhum destes mundos o coração se alterava, era o velho coração de sempre. A mente pensou, pensou e pensou. O que poderia mexer com um coração sadio e obediente. E ditou a palavra Amor. O coração sentiu o novo mundo, continuou a bater. A mente e o imaginário se prenderam a este mundo do amor, se acharam poderosos por governar o coração, sabiam que este correspondia à palavra amor e que amor era um mundo que eles poderiam permanecer. Cresceram juntos, todos os segredos, planos e sonhos estava com a mente e o imaginário. A mente não ditava mais nenhuma palavra e o imaginário estava parado no mundo do amor. Mas o imaginário tem necessidade de viajar, de conhecer mundos e mundos. Já dono de si, ele próprio dita uma nova palavra - Mente – e cria uma nova mente dentro do mundo de amor da primeira mente. E o coração sentiu e diminuiu a velocidade. A mente então passou a cuidar do coração, para que este não parasse e o imaginário passou a criar vários mundos dentro do primeiro mundo do amor. A mente se descontrolou e o coração partiu. Sentindo-se culpada, ela cola com pequenas lembranças de amor os pedaços do coração. E se desliga do imaginário, volta ao seu mundo solitário mesmo sabendo que uma mente sã para amar precisa do imaginário. Mas este ganhou liberdade e de imaginação a imaginação cria o seu mundo de novas mentes. Hoje a mente não conecta ao imaginário vive sobre as ordens do cérebro. Ela compreendeu que quando se descobre novos mundos, ocorre mudanças boas ou ruins... e dita pra si mesmo sempre a mesma palavra saudade...

sábado, 16 de janeiro de 2010


Minha maior indignação é saber que existem pessoas incapazes de AMAR.

Andréia Fontini
Ser nada

Sei que não sou nada
Não quero ser algo significativo, marcante, inesquecível. Não quero nada.
Nada x nada.
Mas você não pode arrancar de mim os meus sentimentos.
Nem eu posso.
Por conta disso você é tudo pra mim.
Não espero elogios, nem palavras de amor, nem o brilho do teu olhar profundo,
Nem que me pergunte como estou.
Não espero que se recorde de mim... E de minhas palavras.
Mas, enquanto é tempo me lembrarei de você... E de suas palavras mais ainda.
O tempo é o senhor dos acontecimentos, o que é hoje não será amanhã.
Por isso que sempre volto pela mesma porta, porque sei que um dia não mais voltarei,
Ai a vida terá passado, terá outros gostos, outros amigos outras preocupações, outros sentimentos.
E ambos seremos esquecidos.
Eu nunca lembrada e você sempre estimado... Esquecidos.


06/12/2009
Como viver em sociedade?

Não quero ser antiquada,
Não quero ser a chata,
Não quero falar alto,
Nem quero brigar com ninguém,
Mas não quero ficar sem falar.

Não quero ser ignorada,
Não quero ser exigente,
Não quero ter que sorrir forçado,
Não quero ter que não olhar nos olhos.
Mas quero falar e ser ouvida.

Não espero ser homenageada,
Não aceito elogios diários,
Não desperto a competitividade.
Mas quero ser definida.


Não tenho a paciência esperada,
Não sei esperar a paciência demorada,
Não penso, às vezes, para agir.
Mas aprendo pensar, agir e esperar.

Não sei todos os meus direitos,
Não conheço os limites da minha ética,
Não sei todos os meus deveres.
Mas quero estar ali...

Vivendo em sociedade.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Mais um ano

Estudo, trabalho, família, amigos e diversão nem sempre consigo manter tudo em equilíbrio, saio de mim, às vezes, me pego falando ou fazer algo que não é do meu perfil. Enfim, às vezes, é preciso abrir mão de alguma esfera por algum tempo, “família significa nunca abandonar”, amigos não tenho muitos, trabalhar é preciso e o estudo... O que seria de mim se não fosse o estudo? Espero que este ano de 2010 eu possa me concentrar mais nos estudos, superar as metas e ficar atenta a sons e imagens ao meu redor para que a criatividade possa surgir e que eu consiga fazer um bom trabalho. E que eu volte a ter, como antes, o brilho nos olhos quando pegava um livro nas mãos. Meus olhos percorriam toda a capa, a espessura, nome do autor o assunto. E eu adorava estar entre livros. Hoje com a facilidade da internet, finjo que aprendo...

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

IGNORAR...


IGNORAMOS AQUILO QUE ACHAMOS QUE NÃO SERVE PARA NÓS. IGNORAMOS AQUILO QUE NÃO CHAMA A NOSSA ATENÇÃO OU ÀS VEZES IGNORAMOS AQUILO QUE DESEJAMOS MUITO E NÃO CONSEGUIMOS. MELHOR DESDENHAMOS. O ATO DE IGNORAR NADA NOS CAUSA, NEM PENA, NEM RANCOR, NEM MÁGOA, SIMPLISMENTE IGNORAMOS E ACABOU. MAS EXISTEM MOMENTOS NA VIDA QUE TEMOS QUE IGNORAR FORÇADAMENTE, ISSO SIGNIFICA QUE A MENTE TERÁ QUE ACOSTUMAR COM A NOVA SITUAÇAO, COM A “FALTA” DO SER OU DO OBJETO. É O MESMO QUE COMEÇAR UMA NOVA FASE E QUANDO SE TRATA DE COMEÇAR SEMPRE É COMPLICADO. EXIGE UM ESFORÇO MENTAL PARA QUE NÓS ACOSTUMEMOS COM A PERDA DAS IMAGENS REGISTRADAS. MAS SEGUNDO ALGUNS AUTORES DIZEM QUE O SER HUMANO É AUTAMENTE ADPTAVÉL. SOMOS AUTAMENTE ADPTÁVEIS OU VIVEMOS DE SAUDADE? É MUITO MECÂNICO, FRIO, DIZER QUE SOMOS ADPTÁVEIS NÃO SOMOS PROGRAMADOS. PREFIRO DIZER QUE A NOSSA VIDA É CONSTRUIDA DE PASSADOS, CADA ETAPA QUE INICIA DEIXA OUTRAS PARA TRÁS QUE FORMA A SAUDADE, QUE FOMA O PASSADO, QUE FORMA A PERSONALIDADE. E PERSONALIDADE SIGNIFICA COMPORTAMENTO. ENTÃO O ATO DE IGNORAR NÃO É TÃO SIMPLES, NÃO É PROGRAMADO, DEPENDE DA NOSSA PERSONALIDADE E DO NOSSO COMPORTAMENTO DIANTE DE DETERMINADA SITUAÇÃO. POR ISSO QUE NEM TUDO, NEM TODOS CHAMAM A NOSSA ATENÇÃO PORQUE CADA QUAL TEM O SEU COMPORTAMENTO, O SEU JEITO, O SEU ESTILO, A SUA MARCA. E O QUE ATRAI OS NOSSOS OLHOS MUITAS VEZES VIRA SONHOS OU PASSADO.